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Apresentação final
01-06-2011 15:50Pois é, o tão aguardado dia acabou por chegar e no dia 19 de Maio de 2011 tivemos que mostrar à nossa comunidade escolar aquilo em que temos vindo a trabalhar desde Setembro. O nervosismo estava lá antes da apresentação, e ficou pior quando fomos informadas que nosso convidado, infelizmente, não podia vir! Mas, mesmo assim, tudo correu bem, tivemos que falar muito mais para poder preencher o tempo que tinhamos reservado para o convidado.
Quem viu, diz que gostou. E nós também gostamos muito de realizar este trabalho. Aprendemos imenso e desenvolvemos novas metedologias de trabalho que, certamente, serão muito úteis no nosso futuro.
(Primeira foto: o público que assistiu à apresentação, com especial destaque para a nossa turma. Segunda e Quarta fotos: Nós a trabalhar no duro. Terceira Foto: os nossos amigos peixes que nos fizeram companhia durante a apresentação.
Relatório da visita à AERID - Castelo Branco
14-03-2011 16:20
No âmbito da disciplina de Área de Projecto 12º ano, foi realizada pelo nosso grupo no dia 27 de Janeiro de 2011 uma visita à associação ERID, com sede no recinto da Ludoteca do Instituto Superior de Educação de Castelo Branco.
Fomos muito bem acolhidas na Ludoteca pelas professoras Ana Filipa Mota e Sílvia Coimbra, ambas professoras de 1º Ciclo. Aguardámos um pouco pela Professora Universitária Gabriela Nunes, também directora desta Associação. Entretanto fizemos algumas questões à professora Sílvia, que nos respondeu com a maior prontidão e disponibilidade possível. Ficamos a saber que, na ludoteca, as crianças passam os seus dias a fazerem jogos lúdicos, têm actividades músicas num pequeno piano lá existente, vêm filmes, ouvem histórias e fazem trabalhos manuais, como pinturas, esculturas, alguns objectos tipo “espanta-espíritos” com conchas e chegam, inclusive, a fazer bolos com a ajuda das professoras.
Depois da chegada da professora Gabriela e de feitas as apresentações, iniciou-se a entrevista que durou cerca de uma hora. Feito isto, foi combinada a ida para o picadeiro da Escola Agrária onde se iriam realizar, depois de almoço, as sessões de hipoterapia.
Depois de um curto e escasso intervalo para almoço, voltamos para a Ludoteca onde seguimos numa viagem alucinante pelas ruas de Castelo Branco com o estagiário Telmo. Quando chegámos ao picadeiro tivemos oportunidade de assistir a cinco sessões de hipoterapia e ainda ao treino de um dos cavalos ali presentes. Tivemos ainda a oportunidade de fazer uma entrevista ao Professor de Equitação Gonçalo Castanheira, que também respondeu com muita disponibilidade e simpatia.
Durante as sessões, as crianças fazem percursos na zona evolvente ao picadeiro em si, montados na égua, percursos esses que variam de duração e distância conforme a patologia. O mais curto foi o da Margarida porque esta tinha muitas dificuldades de mobilidade e tinha que ser posta em cima do cavalo com ajuda dos estagiários e do professor de equitação, sendo que, durante o percurso, iam parando várias vezes para a colocar numa posição correcta. No picadeiro, onde existiam outros cavalos cujos donos pagavam para estarem ali, também são exercitados os cavalos, e basicamente correm e saltam obstáculos como meio de evitar que a sua forma física se vá deteriorando.
Seguidamente voltamos para a Ludoteca e demos por acabada a nossa visita e voltamos para a Sertã.
Fundamentação
21-02-2011 16:39No âmbito da disciplina de Área de Projecto o nosso grupo decidiu tratar o tema “Terapia com Animais” por ser bastante interessante que nos leva para diversas áreas e que, apesar da sua utilidade e dos seus benefícios quando aplicada correctamente, a terapia com animais é uma área muito pouco desenvolvida e divulgada em Portugal mas com potencialidades enormes. É certo que pode ser um processo lento (porque o é), e em alguns casos as melhorias demoram muito a ser sentidas(por mais pequenas que sejam), mas o que para pessoas com capacidades no seu auge é pouco, para pessoas com mobilidade reduzida, seja ela devida a acidentes ou a problemas congénitos, é muito.
Em Portugal, a grande maioria das pessoas já ouviram falar da terapia com animais mas não sabem ao certo o seu significado. Com este trabalho gostaríamos de tentar mudar esta realidade. Claro que não o podemos fazer a nível nacional, mas seria uma grande vitória se conseguíssemos sensibilizar para o assunto a nível escolar e, quem sabe, local. Consideramos que a divulgação desta terapia podia contribuir para o alargamento da rede deste tipo de cuidados a nível nacional o que, provavelmente, se traduziria numa baixa dos preços praticados e, consequentemente, numa maior adesão até por parte das pessoas que até necessitam deste tipo de cuidados para desenvolverem a sua autonomia, mas que não possuem recursos económicos para frequentar activamente um centro terapêutico.
Será bastante enriquecedor para o grupo tentar perceber os mecanismos psicológicos envolvidos no desenvolvimento das capacidades, não só motoras, como também afectivas relacionadas com a prática da terapia.
Finalmente, mas não menos importante, o tema encontra-se enquadrado nas perspectivas de futuro de todos os elementos do grupo.